Advocacia 4.0 – Fórum Nacional de Inteligência Artificial na Advocacia
O Advocacia 4.0 – Fórum Nacional de Inteligência Artificial na Advocacia, realizado em Brasília nos dias 24 e 25 de agosto, reuniu representantes da advocacia, do Poder Judiciário e do meio acadêmico para discutir os impactos da inteligência artificial na atividade jurídica.
Registro geral do Advocacia 4.0 – Fórum Nacional de Inteligência Artificial na Advocacia, realizado em Brasília.
Foto: Cassel Ruzzarin Advogados
Inteligência artificial na advocacia
Promovido pela OAB Nacional, em parceria com o IDP e a Universidade de Stanford, por meio do Deliberative Democracy Lab, o encontro abordou oportunidades, riscos e critérios para o uso da inteligência artificial na advocacia e no sistema de Justiça.
Palestrante durante o Advocacia 4.0, em debate sobre inteligência artificial na advocacia e no sistema de Justiça.
Foto: Cassel Ruzzarin Advogados
Entre os principais temas estiveram ética profissional, responsabilidade, proteção de dados, segurança da informação, capacitação dos profissionais e governança da advocacia digital.
A programação também tratou do uso de inteligência artificial pelos tribunais e dos parâmetros regulatórios para sua adoção no Poder Judiciário.
Pesquisa e etapa deliberativa
O Fórum integra uma iniciativa mais ampla voltada à compreensão da relação entre a advocacia brasileira e a inteligência artificial. Antes do encontro presencial, mais de 500 advogadas e advogados de diferentes regiões do país participaram de uma etapa deliberativa da pesquisa, contribuindo com diferentes perspectivas sobre os impactos da tecnologia na profissão.
Mais do que discutir ferramentas, o Advocacia 4.0 colocou em pauta os critérios que devem orientar essa transformação: ética, responsabilidade, segurança, governança e capacitação profissional.
Acompanhamento institucional
O Cassel Ruzzarin Advogados acompanhou os debates do evento, representado pelo advogado Emanoel Albuquerque, reforçando o acompanhamento institucional do escritório sobre temas que já influenciam a prática jurídica e o funcionamento do sistema de Justiça.
Emanoel Albuquerque com a ministra Estela Aranha, do TSE, durante o Advocacia 4.0.
Foto: Cassel Ruzzarin Advogados
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